Famalicão - Portugal
História/Personalidades

11 Novembro 2017

perrelos.jpg

Estação Arqueológica de Perrelos - Delães - Famalicão

Esta “Villa” romana está localizada numa plataforma junto a um caminho público, com possível área de fundição, atestada pela presença de metal num dos seus compartimentos. Embora apareça em toda a área espólio da Idade do Ferro, relacionado com o Castro de São Miguel, e cerâmica romana do séc. I/III, a maior parte do espólio enquadra-se num período que vai do séc. IV ao VI. Dista cerca de 150 metros da capela de São João de Perrelos em Delães, onde foi escavada uma necrópole medieval.

 

 

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publicado por EduardoSantosCarneiro às 22:10

04 Abril 2017

Atividades Desportivas / parque da Devesa - Famalicão

 

ec 2014

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publicado por EduardoSantosCarneiro às 16:03

04 Abril 2017

Desfile de Carnaval - 2016

carnaval 2016

 

Atividades - Carnaval 2016

 

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19 Março 2017

Ec sintraby EduardoSantosCarneiro

Alimentação em Portugal – Concelho de Famalicão no início do século XX.

“A ração diária de um adulto – médias.
Em géneros: Pão de milho, legumes secos, legumes verdes, batatas, peixe salgado, azeite ou gordura de porco, carne de porco (esta última só quando comem na casa do patrão) ” NAZARETH (1907).
Pedro Dória Nazareth descreve a população da zona de Vila Nova de Famalicão no início do século XX, dizendo que ” é na sua maioria uma população robusta e resistente não abusando do álcool.
Se trabalham a seco, o que é raríssimo entre os jornaleiros, tomam sempre três refeições, sendo a primeira às 8 horas da manhã e a última à noite, compostas de uma grande malga de caldo de legumes e pão de milho, a segunda ao meio dia, é constituída pelo mesmo caldo e pão de milho e mais um pouco de bacalhau ou duas sardinhas.
Quando comem por conta do patrão, de Inverno tomam as mesmas três refeições mas acrescentando à primeira, sardinhas ou bacalhau e batatas ensopadas, e na segunda comem o bacalhau acompanhado de arroz ou batatas, e duas a três vezes na semana carne de porco.
Nestas circunstâncias tem ainda no Verão mais duas refeições, à pega às dez horas da manhã e à merenda às cinco horas, constituídas por pão e vinho” ALMEIDA GARRETT (1936: pp.431-432)
Para finalizar deve ser referido que no seu aspecto geral, a alimentação do trabalhador rural “é monótona, com pouca variedade, em que a maior parte das substâncias nutritivas é fornecida pelo pão de milho. . .” ALMEIDA GARRETT (1936:pp.431-432)

Trabalho de pesquisa sobre alimentação e hábitos alimentares em Portugal no início do século XX.

___________________
CARNEIRO, Eduardo Manuel Santos (2002)-“Alimentação em Portugal – Subsídios para o seu estudo” Universidade Portucalense, Porto.

 

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19 Março 2017

Ec sintraby EduardoSantosCarneiro

 

Álvaro de Castelões

(…) Até 1905, nas várias referências do jornal semanário «Estrela do Minho», Álvaro de Castelões é apenas tratado como o «distinto deputado e engenheiro», mas após 1905 é tratado como Visconde de Castelões. Quando ele foi agraciado com o título de visconde o jornal «Estrela do Minho» relatou o facto da seguinte forma:

-“Foi agraciado com o título de visconde de Castelões, em terceira vida, o antigo deputado por este círculo e distinto engenheiro, senhor Álvaro de Castelões.

Castelões é uma freguesia do concelho de Famalicão, onde o novo agraciado possui uma quinta e o solar dos seus maiores, que usaram igual título.” (59).

Este é, sem dúvida, um notável testemunho do valor de mais uma figura ilustre do concelho de Famalicão, e também uma eminente personalidade no estrangeiro, principalmente nas colónias portuguesas em África e na Índia, como comprova uma notícia do jornal «Estrela do Minho» daquela época, onde nos é referido que: “Já seguiu para a Índia, onde vai exercer o cargo de Director Geral das Obras Públicas, o nosso conterrâneo e amigo senhor Visconde de Castelões” (60).

Sobre esta personagem ficou aqui apenas a súmula da sua biografia, que denota, no entanto que Álvaro de Castelões foi uma figura proeminente que contribuiu a vários níveis para o desenvolvimento da nação.*

_______________________

(58) in Estrella do Minho – Famalicão, 21/Out/1900, “Álvaro de Castellões“(58) Grande Enciclopedia Portuguesa e Brasileira – Lisboa, Ed. Enciclopédia, Lda. ,1947, vol. 6, p.199.

(59) in Estrella do Minho – Famalicão , 5/Mar/1900, “Visconde de Castellões“.p.2.

(60)  Idem, … 8/Abr/1906, “Visconde de Castellões” p.2.

*CARNEIRO, Eduardo Manuel Santos (1997) -“Actividades Sócio-Culturais, Comerciais e Personalidades de V. N. Famalicão no início do século XX”, Boletim Cultural nº 14, V. N. Famalicão.

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02 Março 2017

perrelos

 HISTÓRIGEO PORTUGAL

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05 Abril 2016

ec

sesimbra

 

Sesimbra

Em 1165 – Conquista da região de Sesimbra por D. Afonso Henriques.
Em 1201 – Atribuição do primeiro foral por D. Sancho I à vila de Sesimbra;

https://emsc.wordpress.com/ Eduardo Santos Carneiro

publicado por EduardoSantosCarneiro às 14:49

06 Agosto 2015

antas.jpg 

ec

 

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A Igreja de Santiago de Antas começou por ser a igreja de um mosteiro. Sabe-se que pertenceu ao antigo Mosteiro da Ordem do Templo e há documentos comprovativos de que em 1549 era propriedade dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Entretanto o mosteiro desapareceu, tendo apenas resistido a igreja que é, presentemente, igreja paroquial.Esta igreja foi classificada como imóvel de interesse público no ano de 1958.Na opinião de vários especialistas em história da Arte, a Igreja de Santiago de Antas é um monumento construído “entre o segundo e o terceiro quartel do século XIII com tipologia arquitectónica românica de transição para o gótico (Assis, 2005). Relativamente à data de edificação desta igreja, Carlos Alberto Ferreira de Almeida refere: “Temos (…) nesta igreja três oficinas diferentes, a primeira das quais poderá datar-se dos derradeiros anos do século XII e a última da segunda parte de Duzentos” (Almeida, 1986,p75). A igreja de Santiago de Antas sofreu ainda modificações “Mais tarde, no Século das luzes, além das influências da Contra-Reforma, com vestígios maneiristas e barrocos, foram abertas frestas para dar luminosidade à Igreja, por forma a serem contempladas as diversas obras de arte colocadas no interior do templo.

Já no século XIX, entre outras intervenções, destaque para a construção de uma torre sineira, de estilo ogival ou gótica e para as talhas neoclássicas” (Assis et Pereira, 2005).

in CARNEIRO, Eduardo Manuel Santos, CARNEIRO, Ana Paula Quinta Castro Faria (2007) “A Igreja de Santiago de Antas” – Uma Região Milenar – O Vale do Ave, HistóriGeo, Vila Nova de Famalicão.

ecinvest / EduardoSantosCarneiro

 

 

publicado por EduardoSantosCarneiro às 20:01
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11 Novembro 2014

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 Arqueologia industrial do concelho de Vila Nova de Famalicão

 

1870 - Instalação da Fábrica de Fiação de lã do Barão da Trovisqueira - Riba d'Ave;

1890 - Sampaio & Ferreira, de Narciso Ferreira - Riba d'Ave;

1896 - Empresa Social de Fiação e Tecidos do Rio Ave, Fábrica do Caído – Pedome;

1905 - Empresa Têxtil Eléctrica, de Narciso Ferreira – Bairro;

1909 - Oliveira, Ferreira & C ª, de Narciso Ferreira - Riba d'Ave;

1917 - Empresa Fabril do Minho, de Manuel Ferreira Barbosa – Mogege;

1927 - Fábrica de Tecidos do Rio Pele (Riopele) de José Dias de Oliveira - Pousada de Saramagos;

1935 - Fábrica de Fiação e Tecidos do Vale (Têxtil Manuel Gonçalves) de Manuel Gonçalves - Vale S. Cosme;

1950 - Indústria Têxtil do Ave, Conde da Covilhã – Lousado.

 

________________

Pesquisa: CARNEIRO, Eduardo Santos (2007) - Património Industrial Têxtil – Vale do Ave

Fontes: ALVES, Jorge Fernandes; FERNANDES, Isabel (2002) - A Indústria Têxtil do Vale do Ave – Vila Nova de Famalicão

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publicado por EduardoSantosCarneiro às 20:48

16 Outubro 2014

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 Trabalhos de Pesquisa / História / Genealogia »»» https://www.facebook.com/pages/Hist%C3%B3riGeo-Portugal/130500857025122?fref=ts 

publicado por EduardoSantosCarneiro às 21:32

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